quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Caridade
Fazer a caridade é ser cristão
É dizer não ao egoísmo
É despojar-se da vaidade
É auxiliar alguém de verdade.
Fazer a caridade é seguir Jesus
É aliviar a nossa cruz
É salvar o necessitado, é ajudar o doente
É aprender a ser gente.
Fazer a caridade sem olhar a quem
Não é apenas dar uma esmola
É oferecer o ombro a quem chora
É levar um pouco de fé a quem não tem
Caridade não tem cor
A caridade visa apenas respeito e amor
A caridade não é uma promoção social
É uma virtude espiritual.
[ Vera Lucia Soares Feijó]
terça-feira, 30 de julho de 2013
CHÃO FARROUPILHA
domingo, 28 de julho de 2013
O PODER
terça-feira, 16 de julho de 2013
Ser Poeta
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Missão do Educador
Vera Lucia Soares Feijó
Quando Deus criou o homem
deu a ele uma missão
criou o professor, para que fosse
o formador de todas as profissões
Deus deu a ele um mestre
para mostrar-lhe o caminho
acalentá-lo quando se sentisse sozinho
Fez-se então o educador
aquele que distribui conhecimento
que não conhece dificuldades nem diferenças
um transformador de pensamento
professor, anjo de sentimentos fulgentes
que acolhe todos com amor
sem distinção de raça ou cor
sempre estendendo a mão a quem preciso for
Seus conhecimentos se difundem
num mar de intensidade
fazendo com que cada aluno
receba a luz da verdade
Iluminando o caminho
de todo o seu alunado
do carente ao mais abastado
todos recebem a orientação do professor dedicado
Dos seus problemas esquece
das suas dores nem lembra
quando em aula se enaltece
pois esta missão a Deus agradece
Do mestre o dever exemplificado
do aluno o caminho ensinado
do criador o conhecimento doado
do mundo a esperança no trabalho realizado
Neste dia do professor
quero saudar com louvor
aquele benfasejo, ano do Senhor
que a terra veio para mostrar seu valor.
" Salve o Dia do Professor! "
terça-feira, 26 de junho de 2012
VOLÊNCIA NAS SALAS DE AULA
VIOLÊNCIA NAS SALAS DE AULA
A falta da educação doméstica contribui para o aumento da agressividade escolar.Nos dias atuais, a violência nas escolas é uma realidade vivenciada tanto por profissionais da área, como pelos próprios estudantes. Todos os dias lemos notícias de agressões praticadas dentro do âmbito escolar, e parece que nada é feito para modificar essa situação. Em Salvador, além de episódios envolvendo alunos contra professores, há também casos de agressões entre os próprios jovens.
Quando se fala de educação pública no Brasil a primeira imagem que surge na mente é de um sistema educacional em degradação. Professores sem valorização, como consequência, sem dedicação. Alunos sem motivação. O ambiente escolar, antes considerado lugar protegido, hoje inspira insegurança entre alunos, professores e diretores, prejudicados com a violência praticada dentro ou no entorno das unidades. A escola deve ser vista como extensão do lar. Com a missão de ensinar, formar, informar e construir uma sociedade mais solidária, justa e humana, ela é a esperança e certeza de dias melhores. A escola é um espaço sagrado, onde as famílias veem como um local onde seus filhos irão aprender, crescer, evoluir e adquirir capacidades para enfrentar a vida, entretanto, devido à perda dos valores necessários para a formação dos indivíduos, ela está reduzindo-se a apenas um local para demonstração da agressividade.
Um dos principais motivos para a ocorrência de casos de violência em salas de aula é a falta de educação domestica. Quando os pais não impõem limites para os filhos desde criança estão contribuindo para formar um indivíduo que não respeitará normas e convenções, e, principalmente o outro. A constatação da necessidade de se impor limites é reconhecida pela pedagogia e pela psicologia como instrumentos para a formação equilibrada do jovem e uma contribuição fundamental para o futuro adulto.
A violência escolar já ultrapassa os limites das classes sociais, das faixas etárias e dos portões das instituições de ensino. Nas faculdades, os trotes violentos demonstram a falta dos valores impostos pela família. Os jovens se tornam agressivos cada vez mais jovens, chegando a ser crianças na maioria das vezes, e o tráfico de drogas entra nas escolas sem pedir licença, impondo as regras e arrebanhando todas as ovelhas que puder.
A escola não é lugar de praticar sexo, violência, vícios, uso e tráfico de drogas nem de fomentar desunião, ressentimentos e ódio. Não podemos aceitar a banalização da violência, como se fosse uma coisa normal, natural, como se fizesse parte inevitável da vida em sociedade. Naturalmente, isso contribui para a destruição da educação e para a redução das expectativas dos jovens acerca do mundo em que vivem.
Cabe aos governantes oferecer condições dignas de trabalho aos educadores, valorizando e estimulando esses profissionais; cabe aos pais, cuidar mais dos filhos orientando e educando com os limites necessários, e cabe à comunidade uma integração cada vez maior no ambiente escolar e na participação efetiva nos debates para a solução dos problemas relacionados à educação.
emcf2@hotmail.com;emcf2@bol.com.br;emcf20gmail.com
É lamentável em pleno século XXI, onde gerações passadas depositaram toda a sua esperança de uma Educação melhor para todos. Acreditavam que os jovens deste século, seriam os salvadores do mundo, com grandes ideias e atitudes positivas, para impulsionar o progresso, mas o que constatamos lamentávelmente, perverção, drogas, gravidez na adelescência, descaso com a família e com o semelhante. Perda do amor próprio e falta de objetivos e motivação para vencer e ocupar um lugar melhor na sociedade,
O que vemos é a falta de valores, não há respeito, desconhecem limites e as normas básicas de convivência salutar na sociedade. Isso nos leva a crer, que as famílias formadas hoje em dia, não têm a estrutura para espandir a seus membros uma educação ,pois também não receberam, então, nada têm a transmitir aos seus filhos.
A falta de valores morais facilitou a queda neste abismo em que o ser humano se encontra, daí decorrendo suas atitudes barbaras. O ser humano está involuindo, andando na marcharé, infelizmenta para os sonhadores do passado que hoje se deparam com atitudes transloucadas daqueles em quem o comunicadores tendem em chamar de "Futuro do Brasil."
Como pessoas sem perpectivas podem ser o futuro do o futuro do Brasil, nos resta lamentar pois há pouco a fazer, a lei do livre arb´trio está em jogo, e as escolhas são bem diferentes das almejadas pelos educadores e pela sociedade em geral
Só nos resta pedir ajuda a Deus ,só Ele poderá parar tudo isso!!!!!!! [Vera]
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Divisão do Estado do Pará....É bom pra quem?
Senado aprova plebiscito sobre criação do Estado de Tapajós
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GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA
O Senado aprovou nesta terça-feira a realização de plebiscito no Pará para questionar a população sobre a criação do Estado de Tapajós.
A Câmara já havia aprovado a realização de dois plebiscitos para a criação dos Estados de Tapajós e Carajás --mas o primeiro ainda precisava do aval do Senado. Com a decisão, a expectativa é que os dois sejam realizados simultaneamente no Pará --que corre o risco de ser dividido em três Estados.
A votação foi simbólica, sem o registro nominal dos votos dos senadores. O projeto segue para a promulgação. Pelo texto, o plebiscito deve ser realizado em no máximo seis meses pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Estado do Pará.
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| Editoria de Arte/Folhapress |
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acordo com os projetos, Carajás ficará no sul e no sudeste do Pará. Tapajós ficará a oeste do Estado. Se a divisão chegar a ser confirmada nas urnas, Carajás terá 39 municípios e 1,6 milhão de habitantes. Tapajós, 27 municípios e 1,2 milhão de habitantes. O novo Estado do Pará ficaria com 78 municípios e 4,6 milhões de habitantes --numa divisão do Pará em três Estados.
Dois meses depois de proclamado o resultado do plebiscito, se a resposta for favorável à criação do Estado, a Assembleia Legislativa do Pará também vai ter que questionar seus membros sobre a mudança.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) disse que o Congresso autorizou apenas a realização de consulta à população --sem bater o martelo sobre a criação do Estado. "Não estamos criando o Estado de Tapajós, mas autorizando a realização de plebiscito. Estamos fazendo apenas um exercício da democracia plena", afirmou.
Fonte: FOLHA.COM
[ Uma boa pergunta para nossos políticos é quem sairá ganhando com esta divisão do território do Pará.
Posso até arriscar: Destruição das florestas para plantio de soja, falta de estrutura para atender a enorme população destes estados. Sem estrutura social teremos: Um povo sem as mínimas condições dignas de ter atendimento médico, trabalho ,educação de qualidade, mais segurança, etc...etc...
Porém serão abertas 6 vagas para senador, será ampliada a bancada de deputados, o número de eleitores será bem mais manipulável, perdão digo, maior. Aparte Sul e Sudeste que são as mais pobres, na certa após as eleições poderão ficar menos pobres, com um olhar mais piedoso de nossos políticos. Sempre tem um jeitinho, não é mesmo? E O POVO???? ]
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